A terapia floral

Os florais e a terapia floral foram desenvolvidos pelo doutor Edward Bach. Em 1919, ao ingressar no hospital de homeopatia em Londres, Bach trabalhava como patologista, mas passou a conhecer mais a homeopatia e o seu funcionamento, momento em que sentiu que seus princípios combinavam com os pregador por ela. Assim, em 1930, a partir da observação das flores, das gotas de orvalho em suas pétalas e a percepção de que essas gotas, ao receberem os raios de sol poderiam ter poderes curativos que ele passou a se aprofundar e estudar a fundo essa percepção.

O doutor partiu então para Gales, onde conduziu esses estudos relacionados aos florais e entre os anos de 1930 e 1932 descobriu e preparou essências florais que seraim mais tarde usados na terapia floral. Essas essências receberam a denominação de "Os Doze Curadores": Impatiens, Mimulus, Clematis, Agrimony, Chicory, Vervain, Centaury, Cerato, Sceranthus, Water Violet, Gentian e Rock Rose.

Os florais são obtidos da seguinte maneira: 70% água, 30% brandy e duas gotas da essência a ser administrada, sendo que podem ser combinadas até 6 tipos de flores diferentes. A administração varia de paciente para paciente, de prescrição para prescrição; mas o mais comum é pingar quatro gotas do floral embaixo da língua, quatro vezes ao dia. O objetivo principal da terapia floral é restabelecer o equilíbrio emocional dos pacientes, uma vez que as doenças, em sua maioria, tem origem em emoções mais profundas quando em desequilíbrio interno.

Assim, os florais, como essências das flores em vibração, ao entrar em contato com o paciente, ajuda a elevar a sua vibração interna, restabelecendo o seu equilíbrio, transformando os sentimentos negativos em positivos. Com o equilíbrio emocional de volta, é possível então uma melhor saúde.